Blog sobre Nazaré das Farinhas – interior da Bahia

Bahia e Ceará

Copa do Nordeste 2015 – primeira partida da final

Bahia 0 x 1 Ceará – o Bahia jogou com Jeanzinho, Tony, Thales, Chicão e Patric; Pittoni, Souza e Tiago Real; Léo Gamalho, Kieza e Maxi Biancucchi. Técnico: Sérgio Soares.

Ricardinho marcou o gol do Ceará, aos 25min do segundo tempo. Público pagante: 40.982. A partida de volta acontecerá no próximo dia 29/04, no estádio Castelão, em Fortaleza, às 22h.

Bahia vence e vai à final

Campeonato Baiano 2015 – jogo de volta da fase semifinal

Bahia 3 x 2 Juazeirense – 16h – Fonte Nova – o Bahia entrou em campo e venceu com Jeanzinho, Tony, Thales, Titi e Bruno Paulista; Pittoni, Souza e Tiago Real; Léo Gamalho, Kieza e Maxi Biancucchi. Reservas: Douglas Pires, Chicão, Robson, Feijão, Carlos, Gustavo Blanco, Yuri, Tchô, Mateus, Willians Santana, Zé Roberto e Rômulo. Técnico: Sérgio Soares.

Juninho abriu o placar para a equipe da Juazeirense, aos 8min do primeiro tempo. Sassá marcou o segundo gol da Juazeirense, aos 36min da etapa inicial. Maxi Biancucchi, aos 2min do segundo tempo, marcou para o Bahia. Souza, de pênalti, empatou para o Tricolor baiano, aos 26min da etapa final. Zé Roberto, salvando o Bahia mais uma vez, fez o terceiro gol, virando o placar para 3 a 2 e dando a vitória ao time Tricolor, aos 43min do final do jogo. Com o resultado, o Bahia vai à final do Campeonato Baiano 2015. Público pagante: 19.911. Renda: R$ 447.837,50.

Copa do Nordeste 2015 – semifinal

O Bahia venceu, de virada, a equipe do Sport pela Copa do Nordeste 2015, no estádio da Fonte Nova, pelo placar de 3 a 2, após sair perdendo no primeiro tempo, por 1 a 0. O Tricolor baiano, comandado pelo técnico Sérgio Soares, uma das revelações do Futebol Brasileiro, entrou em campo e jogou com Douglas Pires, Tony, Thales, Titi e Patric; Pittoni, Souza e Willians Santana; Léo Gamalho, Kieza e Maxi Biancucchi. Os gols da partida foram marcados por Diego Souza, de cabeça, aos 22min do primeiro tempo, abrindo o placar do jogo para o Sport. Souza empatou para o Bahia, num chute de fora da área, aos 7min do segundo tempo. Novamente Souza, aos 11min da segunda etapa, de pênalti, viraria o placar da partida para o Bahia, fazendo 2 a 1 para o Tricolor baiano. O Sport conseguiu o gol de empate, aos 13min do segundo tempo, com Renê, igualando o placar em 2 a 2. A virada do Bahia veio aos 18min da etapa final, após cruzamento de Bruno Paulista, Souza “Ferrugem” marcou o terceiro gol do Bahia e o terceiro dele na partida, fazendo “Esquadrão” 3 a 2 no Sport. 40.205 torcedores prestigiaram a partida na Fonte Nova. Com o resultado, o Bahia é finalista da Copa do Nordeste 2015 e vai enfrentar o Ceará, em partida de ida e volta, sendo a primeira na Fonte Nova, dia 22/04, às 22h e a segunda no estádio Castelão/CE, dia 29/04, às 22h.

Meio campo Souza, autor dos três gols do Bahia. Foto/Divulgação: Esporte Clube Bahia

Sport e Bahia

Copa do Nordeste 2015

Sport 0 x 0 Bahia – 22h – estádio do Arruda – o Bahia entrou em campo e jogou com Douglas Pires, Tony, Thales, Titi e Patric; Pittoni, Souza e Tiago Real; Léo Gamalho, Kieza e Maxi Biancucchi. Reservas: Omar, Chicão, Robson, Feijão, Yuri, Tchô, Rômulo, Willians Santana e Zé Roberto. Técnico: Sérgio Soares. As duas equipes voltam a se enfrentar no próximo domingo, às 16h, no estádio da Fonte Nova.

Ceará 0 x 0 Vitória – 22h – estádio Castelão

José de Paiva Netto

José de Paiva Netto

Quando intensas multidões de espíritos, exilados de um dos orbes que giram em torno da Estrela Capela, chegaram ao Planeta Terra, numa época que se perde na poeira dos milênios, encontraram o Homem nos primeiros estágios da evolução. Aqueles espíritos vindos da Constelação do Cocheiro são catalogados na tradição religiosa terrena como os degredados filhos de Eva, expulsos do Paraíso. Eles realmente foram expulsos de um paraíso que perderam, por sua fixação na maldade.

Nos dias de hoje, no Planeta Terra, que está à beira de ser elevado à categoria de MUNDO DE REGENERAÇÃO, fenômeno semelhante ao que se deu no sistema de Capela está para se repetir: bilhões e bilhões de espíritos compulsoriamente daqui partirão para o Planeta Absinto, e lá encontrarão uma humanidade iniciante, tal qual aquela que habitava a Terra quando aqui chegaram os capelinos.

Como eram então os terráqueos daquela tão distante época?

O saudoso Edgard Armond, no seu conhecido livro “Os Exilados da Capela”, transcreve mensagem do Espírito João, o Evangelista, publicada em “Roma e o Evangelho”, de Pellicer:

– “Adão ainda não tinha vindo.

Porque eu via um homem, dois homens, muitos homens, e no meio deles não encontrava Adão e nenhum deles conhecia Adão.

Eram os homens primitivos, esses que meu espírito, absorto, contemplava.

Era o primeiro dia da humanidade; porém, que humanidade meu Deus!…

Era também o primeiro dia do sentimento, da vontade e da luz; mas de um sentimento que apenas se diferençava da sensação, de uma vontade que apenas desvanecia as sombras do instinto.

Primeiro que tudo o homem procurou o que comer; após, procurou uma companheira, juntou-se com ela e tiveram filhos.

Meu espírito não via o homem do Paraíso; via muito menos que o homem, cousa pouco mais que um animal superior.

Seus olhos não refletiam a luz da inteligência; sua fronte desaparecia sob o cabelo áspero e rijo da cabeça; sua boca, desmesuradamente aberta, prolongava-se para diante; suas mãos se pareciam com os pés e frequentemente tinham o emprego destes; uma pele pilosa e rija cobria as suas carnes duras e secas, que não dissimulavam a fealdade do esqueleto.

Oh! Se tivesseis visto, como eu, o homem do primeiro dia, com seus braços magros e esquálidos caídos ao longo do corpo e com suas grandes mãos pendidas até os joelhos, vosso espírito teria fechado os olhos para não ver e procuraria o sono para esquecer.

Seu comer era como devorar; bebia abaixando a cabeça e submergindo os grossos lábios nas águas; seu andar era pesado e vacilante como se a vontade não interviesse; seus olhos vagavam sem expressão pelos objetos, como se a visão não se refletisse em sua alma; e seu amor e seu ódio, que nasciam de suas necessidades satisfeitas ou contrariadas, eram passageiros como as impressões que se estampavam em seu espírito e grosseiros como as necessidades em que tinham sua origem.

O homem primitivo falava, porém não como o homem; alguns sons guturais, acompanhados de gestos, os precisos para responder às suas necessidades mais urgentes.

Fugia da sociedade e buscava a solidão; ocultava-se da luz e procurava indolentemente nas trevas a satisfação de suas exigências naturais.

Era escravo do mais grosseiro egoísmo; não procurava alimento senão para si; chamava a companheira em épocas determinadas, quando eram mais imperiosos os desejos da carne e, satisfeito o apetite, retraía-se de novo à solidão sem mais cuidar da prole.

O homem primitivo nunca ria; nunca seus olhos derramavam lágrimas; o seu prazer era um grito e a sua dor era um gemido.

O pensar fatigava-o; fugia do pensamento como da luz.”

E mais para diante acrescenta:

– “E nesses homens brutos do primeiro dia o predomínio orgânico gerou a força muscular; e a vontade subjugada pela carne gerou o abuso da força; dos estímulos da carne nasceu o amor; do abuso da força nasceu o ódio, e a luz, agindo sobre o amor e sobre o tempo, gerou as sociedades primitivas.

A família existe pela carne; a sociedade existe pela força.

Moravam as famílias à vista de todos, protegiam-se, criavam rebanhos, levantavam tendas sobre troncos e depois caminhavam sobre a terra.

O homem mais forte é o senhor da tribo; a tribo mais poderosa é o lobo das outras.

As tribos errantes, como o furacão, marcham para diante e, como gafanhotos, assaltam a terra onde pousam seus enxames”.

Assim, como bem deixa ver o Evangelista, no final de sua comunicação, com o correr dos tempos as famílias foram se unindo, formando tribos, amalgamando-se, cruzando tipos, elegendo chefes e elaborando as primeiras regras de vida em comum, que visavam preferentemente as necessidades materiais da subsistência e da procriação.”

Eis aí o que está reservado aos que, por suas más obras, se colocarem à esquerda do Cristo, quando, no GRANDE JULGAMENTO, anunciado nos Evangelhos, “vier o Filho de Deus na sua majestade e todos os Anjos com Ele, e, então, se assentará no Trono de Sua Glória; e todas as nações serão reunidas em Sua presença, e Ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas, e porá as ovelhas à Sua direita, mas os cabritos à Sua esquerda (…) e irão os pecadores (que não têm boas obras em benefício dos seus semelhantes: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória) para o castigo eterno (eterno enquanto durar o erro, o estado de pecado; enquanto o pecador não se redimir dos seus débitos através das reencarnações sucessivas); porém, os justos irão para a vida eterna”.

Amemo-nos, como JESUS nos amou, para merecermos a Sua proteção misericordiosa, neste trágico final de ciclo.

José de Paiva Netto – jornalista, radialista, escritor e filósofo.

Campeonato Baiano 2015 – quinta rodada

Vitória 1 x 1 Bahia – 16h – Barradão – o Bahia entrou em campo e jogou com Jeanzinho, Tony, Thales, Titi e Raul; Pittoni, Souza (estreante), Tiago Real e Maxi Biancucchi; Léo Gamalho e Kieza. Reservas: Douglas Pires, Adriano Alves, Robson, Carlos, Feijão, Yuri, Willians Santana, Bruno Paulista, Matheus, Luan, Rômulo e Zé Roberto. Técnico: Sérgio Soares.

Pittoni recebeu cartão vermelho no primeiro tempo pelo Bahia. Neto Baiano, aos 17min da etapa inicial fez o gol do Vitória. Maxi Biancucchi, aos 11min do segundo tempo, empatou para o Bahia.

O Vitória entrou em campo e jogou com Fernando Miguel, Nino Paraíba, Saimon, Ednei e Euller; Amaral, Flávio, Escudero e Vander; Rogério e Neto Baiano. Reservas: Wilson, Romário, Maracás, Marcelo, Mauri, Elton, Jorge Wagner, Rhayner e Willie. Técnico: Ricardo Drubscky.

Campeonato Baiano 2015 – terceira rodada

Bahia 1 x 2 Jacuipense – 16h – Pituaçu – o Bahia entrou em campo e jogou com Jean, Tony, Chicão, Titi e Carlos; Bruno Paulista, Pittoni, Tiago Real e Rômulo; Léo Gamalho e Kieza. Reservas: Guido, Adriano Alves, Thales, Raul, Lenine, Yuri, Feijão, Matheus, Jeam, Maxi Biancucchi e Zé Roberto. Técnico: Sérgio Soares.

Chicão, de pênalti, aos 24min do primeiro tempo, abriu o placar para o Bahia. Nadson e Bruno marcaram os gols da equipe do Jacuipense. Público pagante: 3.267. Renda: R$ 66.770,00.

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